quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Cristão e o Governo, Mas o Estado não é Laico?

::Filipe Niel::


Posted: 30 Jul 2013 07:29 AM PDT
















Já faz tempo que vejo pessoas cheias de raiva gritando como se tentassem 
lembrar alguém que o Estado brasileiro é Laico. Esses gritos raivosos 
costumavam surgir quando pessoas viam o Governo (municipal, estadual ou 
federal) usando recursos para promover uma determinada religião, mas nos 
últimas dias tenho visto pessoas realmente iradas gritando e insultando as 
religiões, especialmente as cristãs, e em meio aos xingamentos essas 
pessoas trazem seus clamores por um Estado que atenda a sua cosmovisão 
e que expulse qualquer influência religiosa de seu meio, e com isso em 
mente essas pessoas gritam: “O Estado é Laico”.

Assim fica claro que um equívoco está em cena, confesso que não sei se é um 
equívoco, ou se o que está em curso é a repetição programada e constante de 
uma mentira até que a mesma seja aceita como verdade. O Dr. Wayne Grudem 
tem um livro bastante interessante chamado “Como Cristãos deveriam se 
relacionar com o Governo” (Tradução Livre), no primeiro capítulo deste livro 
Grudem alista algumas visões equivocadas sobre o relacionamento dos cristãos 
com o governo, entre elas quero destacar duas e transcrever aqui em uma 
tradução livre o problema com cada uma delas.

A primeira visão errada descrita por Grudem é o entendimento de que o 
governo deve obrigar o povo a apoiar ou seguir uma religião em particular. 
Esta visão era defendida por cristãos muitos séculos atrás e foi, em grande parte, 
a força motivadora da guerra dos trinta anos (1618-1648) onde Católicos Romanos 
e Protestante lutaram pelo controle de diversos territórios na Europa. Com o 
passar do tempo mais e mais cristãos perceberam que essa visão era 
completamente inconsistente com os ensinamentos de Jesus e com a própria 
natureza da fé cristã. Este tipo de visão não favorece em nada o verdadeiro 
cristianismo, seja ele a religião a ser apoiada e seguida ou não.

Se a religião obrigatória for uma religião não-Cristã (como Hinduísmo na India 
ou Islamismo em muitos outros países), isso em muitos casos levará à tentativas 
violentas de suprimir o cristianismo em busca de expulsar o cristianismo do país. 
Por outro lado, se a religião que o Estado estiver tentando empurrar “goela 
abaixo” for o cristianismo, isso também tenderá a expulsar o verdadeiro cristianismo 
da nação visto que a oportunidade de escolher livremente se tornar um cristão. 
Assim, poucas pessoas terão fé genuína, e o resultado será uma sociedade Cristã, 
mas apenas em nome. Além disso, a igreja dessa sociedade “Cristã” seria governada 
por “Cristãos” que não são verdadeiramente cristãos, já que não possuem fé genuína, 
essa igreja rapidamente será uma igreja espiritualmente morta e ineficaz.

Assim, o medo que muitos secularistas tem de que cristãos queiram tornar o 
Estado Laico em um Estado Cristão, não faz o menor sentido. Esse pode ser o 
pensamento de islamitas e hinduistas, mas já tem muito tempo que os cristãos 
perceberam que isso é um equívoco, na verdade o Estado Laico encontra parte de 
suas origens no movimento protestante que entendia que a Igreja e o Estado deveriam 
ser governados de forma  separada, e que os membros da igreja deveriam ser 
aqueles que comungassem daquela fé e não aqueles que nascessem em um 
determinado país.

Fica claro que o desejo de obrigar uma determinada religião ao povo de um país 
não é uma postura cristã e é uma maneira equivocada de enxergar o 
relacionamento dos cristãos com o governo.

A segunda forma errada apontada pelo Dr. Grudem é o pensamento de que o 
Governo deveria excluir a religião. De acordo com essa visão crenças religiosas 
não deveriam nunca ser mencionadas em funções governamentais ou em 
propriedades do governo e que as crenças religiosas nunca deveriam ter qualquer 
papel no processo de tomada de decisões políticas ou governamentais. Este é o tipo 
de visão que rege movimentos como a Marcha das Vadias e o movimento LGBT, 
quando essas pessoas gritam por um Estado Laico, é por um estado laicista que 
elas estão gritando. Um Estado Laicista é um estado em que a fé é privatizada e 
excluída da esfera pública é a secularização da sociedade. Estas pessoas não 
aceitam inscrições que mencionem Deus (mesmo que de forma genérica) em 
cédulas e/ou moedas, elas também não aceitam que princípios bons presentes 
em religiões sejam aplicados na sociedade.

Este tipo de pensamento está equivocado porque falha ao não conseguir distinguir 
as razões para a lei do conteúdo da lei. Existem razões religiosas em muitas leis, 
mas nenhuma delas é uma tentativa de estabelecer uma religião como sendo a 
religião oficial. Praticamente todas as religiões condenam o roubo, mas leis contra 
o roubo não são uma tentativa de estabelecer uma religião. Todas as religiões se 
opõem ao assassinato, mas leis que proíbam o assassinato não são uma tentativa 
de estabelecer uma religião como a religião do país. A campanha para acabar com 
a escravidão na Europa e no Estados Unidos foi liderada por muitos cristãos, 
baseados em suas convicções religiosas, mas as leis que aboliram a escravidão 
não estabeleceram uma religião. Da mesma forma a campanha para acabar com 
a discriminação e separação racial nos Estados Unidos foi liderada pelo Pastor 
Batista Martin Luther King Jr., mas as leis contra a discriminação e a segregação 
racial não eram a busca por estabelecer uma religião.

Essa visão que busca excluir a religião da praça pública é contrária à constituição 
brasileira que dá ampla liberdade de credo e de expressão da fé. Essa postura busca 
a secularização do Estado gerando uma sociedade secular onde não há qualquer 
absoluto moral, onde cada um faz o que acha certo aos seus próprios olhos, o que por 
fim desemboca na inutilidade do Estado e de qualquer tipo de Governo.

Essa postura não é uma postura cristã. Como cristãos entendemos que os governos 
foram estabelecidos por Deus para serem “servos de Deus para o nosso bem” 
(Romanos 13.4), a Bíblia também ensina que oficiais do governo são enviados por 
Deus para punir aqueles que praticam o mal e para honrar os que praticam o bem 
(1 Pedro 2.14), mas como poderão definir mal e em se toda a noção religiosa for 
excluída da sociedade? Em uma sociedade sem Deus, os absolutos caem por terra 
e o que é bem para uns pode ser chamado de mal por outros e ninguém pode punir e 
nem honrar.

Assim o chamado do cristão não é para lutar por transformar o Brasil em um país 
oficialmente cristão, nós não queremos isso, Deus não quer isso. Ao mesmo tempo 
não comunga com a fé cristã o pensamento de que o Estado não deva ter qualquer 
influência que provenha de qualquer religião e que o Estado não deva impor padrões 
morais aos cidadãos. Como cristãos brasileiros somos chamados a influenciarmos o 
Estado a defender padrões morais que são defendidos por Deus, não com o objetivo 
de que um dia todos os brasileiros sejam declarados cristãos, mas sim para que a vida 
humana, a liberdade, o amor ao próximo e muitos outros valores defendidos por e 
oriundo em Deus sejam garantidos em nosso país, para o bem de seus cidadãos e da 
sociedade em que vivemos.
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Fonte: http://filipeniel.blogspot.com.br/

Vídeo: ativistas gays (petista-socialista-comunista-marxista-social/democrata-esquerdista) invadem culto de 85 anos da AD no Pará. Defendo urgente prisão e punição aos agressores ao interromper um Culto de Adoração a DEUS ETERNO e SOBERANO.

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Pedófilos exigem os mesmos direitos dos homossexuais. Começou o Movimento Petista-Socialista-Marxista-Comunista-Social/Democrata pela Legalização da Pedofilia.

Pedófilos exigem os mesmos direitos dos homossexuais. Começou o Movimento Petista-Socialista-Marxista-Comunista-Social/Democrata pela Legalização da Pedofilia. 

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terça-feira, 30 de julho de 2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sociologia da Vida

180, o filme – 33 minutos que mudarão sua opinião sobre aborto






Ativar Legenda de Português


Introdução

Clique para saber como ativar a legenda
Living Waters produziu recentemente um documentário fantástico sobre aborto. São 33 minutos que farão você pensar sobre o assunto. Cabe lembrar que o filme possui algumas cenas fortes, então recomendamos cuidado. Por fim, esperamos que você valorize a vida humana ainda mais após vê-lo.
ATENÇÃO: você precisa ativar a legenda do Youtube em português para poder vê-la. Clique na imagem ao lado para mais instruções.

ATENÇÃO: está vetado pelos produtores fazer o upload desse vídeo em alguma rede social (Youtube, vimeo, etc…). Desejamos que um único vídeo tenha grande divulgação, então, por favor, aponte para este vídeo no Youtube. Esta versão para download é para exibições fora da internet.

Divulgue

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Construído pelo Ministério da Cultura (Marta Suplicy e PT), “memorial do funk” custa 4 milhões e causa polêmica

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Conservadorismo lidera na sociedade americana

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

ESQUERDA DIREITA, ESQUERDA, DIREITA

ESQUERDA DIREITA, ESQUERDA, DIREITA


 
A cantiga ia assim: “Marcha soldado, cabeça de papel...” Tem crente, agora, cantando assim: “Marcha cristão, cabeça de papel; quem não for à parada também não vai pro céu”. Parece coisa de criança – e é! Em um contexto que parece diferente, mas que de fato tem tudo a ver com a política dos homens e a política Deus, Paulo disse: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino” (1Co 13.11). Tem tudo a ver, digo, porque os crentes corintianosestavam travando disputas políticas segundo a visão dos homens. Os temas da correspondência de Paulo batem nos mais diversos pontos: sabedoria vs. poder, pecado e punição vs. disciplina bíblica (isto é, ensino, correção, repreensão e reeducação – ou corte), marido vs. esposa, sexo no casamento vs. satisfação carnal, cerimônia de comunhão com Cristo vs. sociabilidade degenerada, e princípios de fé, verdade e amor vs. jogos de palavras.

O evangelicalismo de agora (diferente da teologia reformada) confunde muito fé e obras, justificação e santificação com reivindicação de justiça humana por meio de virtudes e leis humanas, e missão de Deus com missão da igreja. Isso ocorre em quase todos os termos da experiência cristã, da esfera da política governamental à esfera da política eclesiástica. Só como exemplo, quando menino ouvi que eu não podia dançar porque era protestante. Depois, aprendi que os missionários vindos do leste norte-americano tinham a dança como pecado, ao passo que, os do oeste, não podendo ceder à menção bíblica à dança correta como expressão da alegria do Senhor, fizeram um conchavo político e “inventaram” as brincadeiras de mocidade.Para dentro e para foraÉ ladrão, sim, é ladrão, e a portuguesa Comadre, ó minha comadre, aí eu gosto da sua pequena (os mais jovens que me perdoem o anacronismo), tudo isso era dança de quadrilha.

De carona na dança, lendo e ouvindo falar do “dois pra lá, dois pra cá” do bolero político da esquerda e direita, um cristão honesto poderá se sentir como velho no meio do salão tentando mimicar coisa moderna. E olha que a figura não sugere centro, não, exceto que, com os braços descontrolados e os quadris torcidos desmentindo o acerto do movimento deixa-o como que desnudo no meio do salão.

Sem jeito, meio perdidos nos salões políticos do século, muitos cristãos se apaixonam, uns pelos destros, outros pelos canhotos, e seguem na contramão das paradas populares. Isso é relevante, especialmente hoje com a “descoberta” da manifestação popular, uma vez que, quer queira quer não, o crente não é um circunstante neutro na arena política. Como sal da terra e luz do mundo, ele precisa ter uma cosmovisão bíblica e uma palavra profética.

Primeiro a gente tem de entender a origem dos termos. Na Revolução Francesa, 1789, aAssembleia Nacional se dividiu entre apoiadores do rei à direita e os da revolução à esquerda. Hoje, popularizados, os termos pretendem descrever a esquerda como sendo formada de pessoas favoráveis ao “movimento” e, a direita, os defensores da “ordem”. Grosso modo, a direita seria composta de conservadores, meritocratas, capitalistas. A esquerda seria de progressistas, liberais, comunistas etc., e o centro, de moderados (sambando ora com a direita ora com a esquerda). É dislexia política mesmo! Sabe? É como o moço, no banco de trás do carro, dando direções ao motorista: “Vira pra lá”. “Pra lá onde?” “Direita” (ou esquerda); quando o carro ameaça a um dos lados, ele corrige: “A outra direita” (ou esquerda), e o motorista irritado, “Vê se fica centrado, meu!” Já viu isso? Esquerda ou direita de onde? Centro de quê?

É o seguinte: (1) o cristão crê que todas as coisas tem seu ponto de referência em Deus (teo-referência, segundo Davi Charles Gomes) de quem deriva toda autoridade; (2) em todas as coisas o cristão deve ser, pensar e agir de modo cristocêntrico, pois o Senhor está sempre presente em todos os afazeres dos homens; e (3) o cristão deve viver sob o controle do Espírito que aplica a Bíblia ao coração para testemunho da glória de Deus ao mundo. O princípio bíblico da oposição (luz é luz e treva é treva ou mal é mal e bem é bem) foi abandonado por nossos primeiros pais em função da síntese do pecado (mal com bem dá “bal” ou “mem”), e trouxe à baila o princípio da maldição, uma política de luta de poder: “o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” (Gn 3.16). Nesse sentido, políticas de direita, esquerda e centro referem-se a posições opostas à referência em Deus, à centralidade de Cristo e à direção do Espírito na Palavra. Veja o texto bíblico:

Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o seu Ungido, dizendo: Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas. Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá. Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro. Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos advertir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor. Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho; porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira. Bem-aventurados todos os que nele se refugiam (Salmos 2.1-12). 

Segundo, a gente tem de entender o nosso momento. O mundo que viu a guerra fria vê agora uma coisa que não é fria nem quente. Certo que tanto a “direita” quanto a “esquerda”, sendo políticas humanistas, sempre colocaram o capital e o social como porta-estandartes, mudando somente o samba enredo. O que deu foi um Samba do crioulo doido: “Foi em Diamantina, / Onde nasceu JK, / Que a princesa Leopoldina / Arresolveu se casá / Mas Chica da Silva / Tinha outros pretendentes / E obrigou a princesa / A se casá com Tiradentes” – e termina: “O trem tá atrasado ou já passou” (Sergio Porto; Demônios da Garoa). Hoje, por força da incongruência do método dialético hegeliano – sempre há uma situação, a tese, que sofre a ação de forças opostas, a antítese, que gera uma condição melhor que a anterior, a síntese – imposta à quase totalidade do pensamento moderno, a direita capitalista incorporou doutrinas socialistas e o socialismo foi levado a se utilizar do capitalismo. Não tinha outro jeito. No entanto, não se engane, pois, como dizem patriotas ou companheiros, a luta continua, e o povo na estação nem se dá conta dos trens que prosseguem em trilhos e direções diferentes: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6) e “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo” (Ef 2.1-2).

Terceiro, a gente tem de entender que o sistema da fé cristã tem perspectivas claras de justiça, política, relações individuais e sociais, economia, transformação e daí em diante – e esse sistema, sendo uma cosmovisão após a visão de Deus, isto é, de uma consciência divinamente despertada e iluminada, jamais é de esquerda, direita ou centro, mas vem do alto. O conceito geral dessa política do alto, com certeza, continuará deixando o cristão em uma posição desconfortável. Ele é nascido de novo pela ação transformadora do Espírito e sua vida é uma de transformação. Na verdade, se ele se conformar com este mundo, não provará a boa, perfeita e agradável vontade de Deus nem verá a si mesmo e à sociedade tal como Deus quer que ele veja (ver Rm 12.1-4ss). Entretanto, essa inconformidade não poderá ser manifestada como revolução, “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar” (1Sm 15.23). Em outras palavras, a revolução é uma tentativa “mágica” para mudar o mundo por meio de abandonar a confiança no controle, presença e autoridade de Deus, adorando e servindo a poderes humanos para obter transformação. Como, então, viver a justiça de Deus em um mundo decaído? Como viver em um mundo do qual fomos chamados e ao qual fomos enviados para proclamar a redenção por meio da proclamação verbal e do testemunho da vida? Como ser sal da terra e luz do mundo? O próprio Senhor instrui quanto à prioridade do caráter cristão como base para a ação política no mundo, em Mateus 5.1-18: “Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo”:

1. V. 3: Bem-aventurados os humildes [pobres] de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Os princípios da política do reino de Deus somente são vistos e seguidos quando vêm de Deus e são recebidos na Palavra como vindos do alto e não procedentes da “sabedoria humana”.)

2. V. 4: Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. (O cristão é sensível às necessidades humanas e espera somente em Deus para satisfação de seus desejos e necessidades.)

3. V. 5: Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. (Mansidão não significa fraqueza, mas a força de caráter que espera no poder de Deus para viver o reino de Deus na terra. Implica em viver o cumprimento dos próprios deveres e lutar pelos direitos do próximo.)

4. V. 6: Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. (Revoltas não satisfazem a alma, pois a ira é como um saco sem fundo que sempre quer mais; no entanto, o cristão anseia todo o bem que há em Cristo como bênção também para a vida que é agora; ver Fm 1.6.)

5. V. 7: Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (Toda ação cristã deve de ser motivada pelo coração de Deus, e não pela revolta humana, a fim de produzir resultados segundo o coração de Deus.)

6. V. 8: Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. (A única maneira de conseguir a transformação necessária para viver e pregar a justiça e o direito de Deus é por meio da confissão feita em fé diante de Deus mediante a obra de Cristo que nos purifica e habilita para cumprir a missão de Deus entre os homens.)

7. V. 9: Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. (O mundo só nos verá como filhos de Deus se nossa vida e palavra forem de paz e não de guerra.)

8. V.10-12: Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vósBem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céusRegozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. (A disposição do cristão não é uma de ser aceito pelo mundo quando luta em seu favor, mas de aceitar a posição de Cristo, de ser alvo de contradição – ver Lc 2.34 – certo de que a recompensa está no céu.)

9. Vv. 13-16: Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. (A meta do cristão é refletir a glória de Deus em seu caráter, como sal da terra e luz do mundo; não é uma ação opcional, mas sim fruto do Espírito que abençoa o lugar em que sua árvore está plantada; ver Sl 1.)

10. V. 17,18: Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. (Assim como o Senhor Jesus Cristo cumpriu plenamente a lei em nosso lugar e em nosso favor, assim também o cristão, habilitado pelo Espírito, obedece graciosamente a Palavra de Deus para que sua vida e suas palavras sejam vistas e ouvidas como testemunhos de uma verdade que não passa. Os movimentos humanistas de direita, esquerda e centro podem passar, mas o ponto de referência em Deus, a centralidade de Cristo e o selo do Espírito Santo no homem interior e em suas relações com o próximo e o mundo, estes sempre terão valor eterno.

Wadislau Martins Gomes

quarta-feira, 17 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2013/07/os-politicos-de-ideologia-social.html 

sábado, 6 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

(VÍDEO) - Economista Luis Cavalcante (DR. CONSÓRCIO) e o Sr. Luiz Fernando Savian - Diretor da Unifisa e Presidente Regional da ABAC

(VÍDEO) - Economista Luis Cavalcante (DR. CONSÓRCIO) e o Sr. Luiz Fernando Savian - Diretor da Unifisa e Presidente Regional da ABAC

Clique no link abaixo para acessar o vídeo: http://doutorconsorcio.blogspot.com.br/2013/07/video-economista-luis-cavalante-dr.html

(VÍDEO) - O QUE É UMA IDEOLOGIA?


O que é uma ideologia?

O que é uma ideologia?

A Resposta Católica

A palavra ideologia tal como é entendida hoje teve seu conceito elaborado por Karl Marx que, de maneira genial - para o mal -, enxergou que se desse a uma ideia ruim uma nova roupagem, ela poderia ser aceita como boa. O Brasil está mergulhado na ideologia socialista.

Nesta Resposta Católica, Padre Paulo Ricardo fala sobre essa triste realidade, como o conceito elaborado por Karl Marx foi aplicado com sucesso em nosso país e como é possível combatê-lo.  Assista ao vídeo



quarta-feira, 3 de julho de 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

(VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

 (VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

Clique no link abaixo para acessar este excelente vídeo:
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/07/video-dr-zenobio-fonseca-sempre.html